domingo, 19 de outubro de 2008


"Andas à procura de algo sem saber o que é. E se fosse de ti próprio?"

Júlio Machado Vaz, Estes dificeis amores

2 comentários:

T disse...

Faz parte da nossa essência termos de andar sempre à procura de nós próprios.
E enquanto vivermos, andaremos à procura, inevitavelmente.

Mas vá, confesse-se, é uma procura boa, a procura da procura.

Nunca encontramos tudo o que queremos, nunca queremos tudo o que encontramos, nunca sabemos tudo o que procuramos, e nunca procuramos tudo o que sabemos.

É assim, estranho, confuso, e com o seu "quê" de irracionalidade, mas é mesmo assim. E é bom. ;)

inês disse...

«Sim, eu sei que choro, mas eu posso querer diferente para ti.» E quero mesmo «3 *