sábado, 13 de dezembro de 2008



Com medo de que os seus lábios não mais conseguissem pronunciar aquela palavra, que o seu cérebro não mais entendesse o seu significado, para não esquecer, todas as noites, ao deitar, ela dizia-o em voz alta.

A voz ecoava no vazio das paredes e ela adormecia por mais cem anos.

4 comentários:

éme disse...

foste tu que escreveste? está muito bonito, Joaninha... =) um beijinho doce em ti, *

NF disse...

Um dia surgirá alguém que o diga contigo, de forma sentida e aí, aí viverás muitos cem anos sem medo do esquecer.


Gostei muito, mesmo, deste post!





(Não, ainda não obtive resposta. O Hi5 também não me permite responder-te.)

ana disse...

gostei tanto tanto.
um beijinho

ZdT disse...

isto aqui é tão bonito!
*