
Com medo de que os seus lábios não mais conseguissem pronunciar aquela palavra, que o seu cérebro não mais entendesse o seu significado, para não esquecer, todas as noites, ao deitar, ela dizia-o em voz alta.
A voz ecoava no vazio das paredes e ela adormecia por mais cem anos.
4 comentários:
foste tu que escreveste? está muito bonito, Joaninha... =) um beijinho doce em ti, *
Um dia surgirá alguém que o diga contigo, de forma sentida e aí, aí viverás muitos cem anos sem medo do esquecer.
Gostei muito, mesmo, deste post!
(Não, ainda não obtive resposta. O Hi5 também não me permite responder-te.)
gostei tanto tanto.
um beijinho
isto aqui é tão bonito!
*
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